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A Frente Sindical da Educação de Rondônia vem a público negar que tenha feito algum tipo de contribuição ao Plano de Operacionalização do Retorno às Aulas Presenciais, divulgado pela Secretaria de Estado da Educação (SEDUC/RO), que norterá o retorno presencial nas escolas da Rede Pública Estadual, a partir de 09 de agosto. Conforme anunciado pelo Governador do Estado, as aulas funcionarão por meio do sistema híbrido, ou seja, com a oferta de aulas na modalidade presencial e remota.

Na verdade, esclarecemos que sequer fomos convidados a discutir ou a colaborar com o documento que instrumentaliza a organização das aulas de forma gradual e progressiva no Estado.

A postura dos sindicatos que representam os trabalhadores e trabalhadoras em educação nos diversos municípios de Rondônia e que fazem parte da composição dessa Frente sempre foi manifestada de forma clara desde o início da pandemia da Covid-19, sendo ela contrária ao retorno das atividades presenciais até que toda a categoria esteja devidamente imunizada e enquanto a pandemia não estiver controlada, o que não é o caso no país, no Estado e, obviamente, nos Municípios. Além disso, a Frente Sindical da Educação de Rondônia defende que seja respeitado o prazo após aplicação da 2ª dose das vacinas para que tanto os professores/as quanto os técnicos/as educacionais alcancem o grau máximo de eficácia dos imunizantes.

A verdade é que a pandemia, no Brasil, recrudesceu por causa do relaxamento das medidas de isolamento social e da flexibilização das normas de combate a disseminação do novo coronavírus. Esse relaxamento contribuiu para que Rondônia torna-se o segundo maior Estado com taxa de mortes por Covid-19 no Brasil, contabilizando mais de 1.200 vítimas fatais ao vírus (https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2021/05/27/relatorio-aponta-que-rondonia-tem-a- segunda-maior-taxa-de-mortes-por-covid-19-em-todo-o-pais.ghtml)

Diante do exposto, alertamos, em nome do conhecimento, que o início intempestivo do ano letivo de forma presencial, mesmo que no modelo híbrido pode colocar em risco a saúde de toda a população. Notadamente, neste momento em que a pandemia se expande perigosamente,  pode contribuir inclusive para que haja um possível colapso na Rede Pública de Saúde no Estado e nos municípios.