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Trabalhadores em Educação na luta contra a LGBTfobia

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Neste dia 17 de maio, o Sintero reafirma seu posicionamento no combate à LGBTfobia. Dados apontam que o Brasil é um dos países que mais assassina LGBTs em todo o mundo. Em 2020, o relatório do Observatório de Mortes Violentas de LGBT+ informou que 237 lésbicas, gays, bissexuais, travetis e transexuais tiveram morte violenta no Brasil. O número tende a ser maior e mais alarmante, considerando que muitos óbitos não são devidamente registrados.   

Rondônia é um dos Estados que não disponibilizou dados de violência contra as pessoas LBGTs para que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública pudesse elaborar o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020, divulgado em outubro do ano passado.

Sem dados oficiais e implementação de políticas públicas de segurança e conscientização, a população LGBT continua invisível e vulnerável diante dos responsáveis por assegurar vida com dignidade para todos e todas.

A Secretária de Gênero e Etnia do Sintero, Rosenilda Ferreira de Souza Silva (Rosa Negra) ressalta que o tema necessita avançar no debate e em ações sociais. “ A baixa cobertura de dados oficiais impede que possamos mensurar a quantidade, os problemas e reivindicações dessas pessoas que encontram-se em situação de vulnerabilidade e que diariamente são marginalizadas. Precisamos urgentemente que o Poder Público entenda e cumpra seu papel, inclusive penalizando de forma mais firme os responsáveis pela propagação do preconceito e discriminação”, disse.

O Sintero reafirma seu compromisso com a luta, reivindicando políticas de prevenção no combate à LGBTfobia e ações práticas que assegure liberdade, respeito e segurança às vítimas de preconceito e discriminação. Também reafirma compromisso na luta à luz dos princípios da dignidade da pessoa humana, da liberdade e igualdade, como direitos inerentes a todas as pessoas, conforme determina a Constituição Federal.