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Nota de repúdio

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O SINTERO repudia com veemência a agressão sofrida por uma professora da Escola Benedito Laurindo Gonçalves, no município de Parecis, no dia 20 de maio. A servidora foi atacada por um estudante do 6º ano enquanto exercia sua função em sala de aula.

Assim que tomou conhecimento do ocorrido, o SINTERO, por meio da Regional Apidiá, esteve presencialmente na escola para prestar apoio imediato à educadora. A presidenta do sindicato, Dioneida Castoldi, também entrou em contato com a professora agredida, por telefone, manifestando solidariedade e colocando a entidade à disposição para o que for necessário.

Infelizmente, esse não é um caso isolado. A violência contra profissionais da educação tem se tornado cada vez mais frequente nas escolas públicas de Rondônia, revelando um cenário preocupante de desrespeito, insegurança e ausência de políticas eficazes de proteção à categoria. É inadmissível que educadoras e educadores, que se dedicam à formação de crianças e adolescentes, sejam submetidos a esse tipo de agressão.

O caso foi registrado em boletim de ocorrência, e o sindicato já notificou a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO), o Ministério Público de Rondônia (MP/RO), o Conselho Estadual de Educação (CEE), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a Central Única dos Trabalhadores em Educação (CUT) e o Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação em Rondônia (Gaepe/RO), cobrando providências urgentes para que situações como essa não se repitam. O SINTERO acompanhará os desdobramentos do caso e garantirá suporte jurídico à servidora, caso necessário.

A violência nas escolas não pode, jamais, ser naturalizada. Exigimos do Estado ações imediatas, concretas e eficazes para garantir um ambiente de trabalho seguro, digno e respeitoso para todas as trabalhadoras e todos os trabalhadores da educação.

Respeito não é favor, não é concessão, é um direito inegociável! Quem educa, constrói o futuro do país e merece proteção, valorização e condições reais para exercer sua missão com dignidade e sem medo. O SINTERO não aceitará silêncio nem omissão diante da violência. Nossa luta é constante, e nossa voz, firme: basta de agressões, basta de descaso!

Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação - SID