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Assessoria de Comunicação SINTERO Regional Mamoré
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Sintero reivindica retorno do auxílio transporte aos professores que sofrem com prejuízo financeiro em razão do home office

Sintero reivindica retorno do auxílio transporte aos professores que sofrem com prejuízo financeiro em razão do home office

Sintero reivindica retorno do auxílio transporte aos professores que sofrem com prejuízo financeiro em razão do home office

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A pandemia da Covid-19 impôs o isolamento social e obrigou os professores e professoras a atuar remotamente, através do regime de home office. No entanto, a medida tem onerado os profissionais com aumento de despesas que não estavam até então, programadas. Para amenizar os prejuízos financeiros sofridos pela categoria, o Sintero encaminhou ofícios ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), Governador Marcos Rocha, Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO) e Secretaria de Estado da Educação (Seduc) reivindicando o retorno do auxílio transporte como forma de  compensação aos servidores que encontram-se desassistidos. Destaca-se que desde 2020, quando iniciou as aulas remotas, o Sintero tem solicitado a criação de um auxílio aos docentes, inclusive requisitando intervenção da ALE/RO para que a situação seja resolvida. Entretanto, como não houve manifestação por parte dos deputados estaduais até o momento, o sindicato apela para que o retorno do auxílio transporte seja efetuado para ao menos, minimizar os gastos que os servidores estão custeando sozinhos.

Frequentemente, o Sintero tem denunciado à rotina exaustiva dos docentes neste momento de pandemia, que proporcionou desafios sem precedentes e obrigou uma adaptação e reinvenção imediata quanto a utilização das novas tecnologias, sem que os mesmos tivessem a chance de ter um treinamento ou experiência para atuar no ambiente virtual. Os efeitos perversos da pandemia para Educação incluem a falta de estrutura para desenvolvimento adequado das atividades, dificuldade de acesso às tecnologias, aumento da sobrecarga de trabalho dos professores, com adoecimento físico e mental dos profissionais. Também menciona-se os prejuízos financeiros no qual a categoria está custeando o aumento de despesas domésticas como, energia e ampliação de velocidade da internet banda larga e móvel. Destaca-se ainda os casos em que houve necessidade de compras de novos materiais eletrônicos, com memória elevada, para suportar a quantidade de informações enviadas e recebidas.

Sem manifestação ou qualquer tipo de sinalização por parte do Secretaria de Estado da Educação em prover assistência financeira aos servidores, o Sintero recorre aos parlamentares, bem como ao chefe maior do Estado e ao órgão fiscalizador, para que se sensibilizem com a questão e regulamentem a continuidade do pagamento do auxílio transporte como forma de minimizar os prejuízos salariais da categoria e para suprir as necessidades que o trabalho remoto apresenta.

O Sintero destaca que o município de Porto Velho e a esfera Federal continuam pagando o benefício. Portanto, encoraja a Secretaria de Estado da Educação a efetivar o retorno do auxílio transporte, como forma de auxiliar no pagamento de equipamentos e estrutura que não foram ofertados aos professores. Para o Sintero, não é justo que o benefício continue suspenso enquanto os professores e professoras de Rondônia financiam e arcam com seus custos de forma independente. 

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